1. Lego
Fabricante de brinquedos da Dinamarca
2. PwC
Prestadora de serviços profissionais dos Estados Unidos
3. Red Bull
Empresa de bebidas da Áustria
4. McKinsey
Prestadora de serviços profissionais dos Estados Unidos
5. Unilever
Indústria de alimentos e produtos pessoais da Inglaterra
6. L'Oréal
Companhia de cosméticos da França
7. Burberry
Empresa de roupas da Inglaterra
8. Rolex
Fabricante de relógios e acessórios da Suíça
9. Ferrari
Indústria de automóveis da Itália
10. Nike
Empresa de calçados e roupas dos Estados Unidos
Segundo a Brand Finance a marca é poderosa porque os pais gostam que as crianças a brinquem e montem com os blocos que incentivam a criatividade. Eu pessoalmente, tive uma caixa vermelha de blocos variados que herdei da minha prima. Desde então vim fazendo uma coleção desse brinquedo fantástico. Conversei com muitas pessoas que dizem também ter esse amor por Lego. É um tipo de terapia montar e usar a imaginação para criar um cenário ou uma história com sua criação.
Muitas pessoas criticam o Lego com manual, que já vem com os passos para você montar. Inclusive no filme "Uma Aventura Lego" há essa crítica durante a história. De fato, não há tanto uso de criação própria quanto uma caxa livre de montar, porém esse tipo inspira o usuário a pensar em coisas novas e nada o impede de modificar aquele modelo. Agora, uma coisa que o modelo pronto tem que o livre não tem é o trabalho fascinante dos designers dos modelos que criam réplicas de diversas coisas da vida real em Lego. Assim, eles possibilitam o usuário a montar e imaginar com sua nave preferida, com o prédio que mais gosta ou com um caminhão que ele sonha. O Lego com manual é atualmente mais vendido em comparação ao clássico e, na minha opinião, ele é tão importante quanto.
Já pisou em um lego? Pior que tortura
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